Ken Robinson: Does school kill creativity?

A produção é americana. Ted. Mas não é isso o mais importante. Aqui ou noutro meridiano, a crise dos sistemas de ensino, a (in)capacidade de aprendizagem e todo o resto associado a traços mnésicos, a (lack of)criatividade, a (des)motivação ao conhecimento, etc, levam-nos todos a reflectir sobre o que poderia mudar o quadro grave, neste momento a um nível global, para um outro onde todos pudessemos beneficiar das imensas possibilidades do ser humano, francamente desaproveitadas. Sistemas clássicos, caducos, conservadorismos, manuais e compêndios aquém das necessidades e realidades exigidas actualmente; o mundo baseia-se num passado que em nada serve pra construir opções de futuro. A escola deixou de ser o lugar onde o prazer se concilia ao estudo, onde as apostas e créditos que fazemos no "what to choose on future" colide com isso mesmo. E á falta desse encontro de matérias cúmplices, de tempos próprios de cada sujeito, cria-se um desinteresse geral no estudo, no ensino, na aprendizagem, na classe de docentes, na forma de docência. What to choose when they dont have what i really want termina num vazio. E é neste vazio que se centram imensos crâneos, de várias formas ligadas ao ensino, á escola, á docência, á educação. Ted exemplifica casos práticos, explora ideias, demonstra estudos, propõe planos b. É só ouvir e beneficiar. Quem sabe, daqui saia Eureka pra esta problemática que deixou de particularizar grupos de risco, países em desenvolvimento ou pobres, deixou de destacar guettos, de manter visões estreitas e usar os neurónios pra atingir respostas. Aqui fica este senhor. Usando e abusando da sua inteligência, poder de oratória e humor notável, faça-se luz ao fundo do túnel. Descobre a paixão que tens em alguma matéria e usa-a em teu favor.

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